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O SÓDIO

       Ele goza de um papel fisiológico fundamental no metabolismo celular.

       É encontrado no organismo, principalmente no setor extra-celular e no líquido intersticial. De fato, ele passa constantemente para o interior das células e é rejeitado por um mecanismo, a bomba de sódio, que permite manter a pressão osmótica no setor extracelular.

       É também pela regulação da excreção ou da retenção do sódio a nível dos rins que é regulado o teor de água do corpo.

       Fenômeno de uma remarcável complexidade, ele coloca em jogo em particular a aldosterona, hormônio secretado pelas glândulas supra-renais em função do aporte de sódio e do volume intra e extracelular, e a renina secretada pelos rins.

       As necessidades de sódio são mínimas (1,5 g por dia) e largamente cobertas pela alimentação. De mais, os rins são capazes de reabsorver praticamente todo o sódio filtrado anteriormente. Nem mesmo há aumento das necessidades em caso de forte calor ou de atividades esportivas de alto nível, ou ainda no exercício de certas profissões (caldeiraria, minas).

       A alimentação moderna leva a um aumento da ingestão de sódio (pratos preparados, conservas, queijos, embutidos, certas águas minerais). Ademais, o gosto se modifica com a tendência a se salgar mais os alimentos, tendência a qual não existia na aurora da civilização, quando o sal era tão precioso como o ouro.Ao contrário, um regime hipossódico não deve jamais ser muito estrito, pois ele conduzirá à supressão de aportes necessários a uma alimentação equilibrada e variada.

       Até há pouco tempo, existia na cabeça do público e dos médicos um dogma relativo ao papel do sódio na gênese da hipertensão e o primeiro reflexo consistia freqüentemente em se preconizar um regime "sem sal". Isto jamais se confirmou nos estudos extensivos.

       Assim, não foram notados aumentos da freqüência de hipertensão nas comunidades (Indígenas do Amazonas e do Arizona) que consomem uma água com forte teor em sódio.

       Entretanto, foi demonstrado que existem anomalias genéticas ocasionando distúrbios das trocas iônicas transmembranarias, o que explicaria que certas pessoas são sensíveis ao aporte de sal, enquanto que, para a maioria, a sobrecarga em sal é imediatamente corrigida por sistemas compensatórios (fatores natriuréticos).

       O sódio não é o único ion implicado na gênese da hipertensão. São também seus causadores o potássio, o cálcio e o sistema nervoso simpático.

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