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O FÓSFORO

       A maioria do fósforo do nosso corpo se encontra no esqueleto combinado ao cálcio e 10% dos tecidos moles, músculos, fígado e baço. Está, como o cálcio, sob a influência da vitamina D e do hormônio paratiroideano.

       Ele goza um papel estrutural ao nível da célula, notadamente nos fosfolipídeos, constituintes das membranas celulares. Participa de numerosas atividades enzimáticas e sobretudo tem um papel fundamental para a célula como fonte de energia sob a forma de ATP (adenosina trifosfato). É graças ao fósforo que a célula pode dispor de reservas de energia.

       As necessidades em fósforo são largamente cobertas pela alimentação corrente. Com efeito, ele se encontra em quantidade relativamente importante nos numerosos alimentos, notadamente aqueles que contém cálcio (leite, queijo, frutas secas). Às vezes, existem causas múltiplas de carência em fósforo: diminuição dos aportes no curso da alimentação parenteral exclusiva, alcoolismo crônico, jejuns ou desnutrição prolongadas (pessoas velhas), perdas de origem digestiva (diarréias, vômitos, pancreatite crônica,) ou precipitação por antiácidos gástricos em tratamentos prolongados (hidróxido de alumínio ou magnésio, tratamentos gástricos freqüentemente prescritos). Enfim, a excreção renal é aumentada no hiperparatireoidismos, no raquitismo, no deficitda vitamina D ou em casos de utilização de certos medicamentos (barbitúricos, por exemplo).

       As hipofosforemias podem ser assintomáticas ou, ao contrário, provocar certo número de sinais clínicos dominados por uma forte diminuição dos reflexos, parestesias (formigamentos) das extremidades e ao redor do orifício bucal, fraqueza muscular e distúrbios da atenção.

       O fósforo é classicamente prescrito em caso de des- mineralização óssea, de sobrecarga física e intelectual e na espasmofilia.

       Para certos autores, o fósforo seria atualmente um mineral muito abundante. Os fosfatos são muito utilizados na indústria agro-alimentícia e fazem parte dos aditivos de numerosos alimentos como as salsichas, queijos fundidos, sobremesas-creme, sorvetes e bebidas. Seu excesso causaria, por conseqüência, uma mobilização exagerada do cálcio ósseo, com aumento dos riscos de osteoporose nas mulheres menopáusicas. Hipótese que fica a ser provada, mas que mostraria uma vez mais a necessidade de um aporte equilibrado dos diversos minerais e oligoelementos.

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